Brasil: Ecoturismo em Curitiba

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Sair da rotina, entrar em contato com a natureza e fazer uma atividade física chamam a atenção de aventureiros não só do Brasil como de outros países para vir a Curitiba.

O ano de 2016 começou batendo recorde de turistas na cidade de Curitiba. Ainda nos primeiros meses do ano a prefeitura anunciou um crescimento no número de turistas em relação a mesma época em anos anteriores. E para quem trabalha com o Ecoturismo a procura também tem crescido bastante. Basta conversar com os exploradores, espalhados pelas mais diversas opções ecológicas da região metropolitana, para perceber as mudanças que ocorreram nos últimos anos. “A trilha está lotada, isso não acontecia antes” é uma frase quem tem sido comum entre os aventureiros.

O Paraná sempre foi um destaque para aqueles que gostam de estar em contato com a natureza. Foi o primeiro estado brasileiro a explorar o montanhismo. Começou no complexo do Marumbi e logo passou a acontecer em outras montanhas na região metropolitana de Curitiba, como o Morro do Anhangava em Quatro Barras e o Morro do Canal em Piraquara. Segundo a Gondwana, grupo de especialistas e pioneiros do ecoturismo no Paraná 90% da procura de passeios ecológico é feita por estrangeiros e, depois da copa do mundo, Curitiba passou a ter uma grande visibilidade internacional o que gerou um aumento de turistas no ramo do ecoturismo.

As opções na região metropolitana são muitas.  As “Rotas do Pinhão”, como são chamadas, foram incialmente organizadas pela secretaria de Turismo e está sob a responsabilidade da Paraná Turismo. Há inúmeros atrativos eco turísticos como os caminhos históricos que levam ao litoral do Paraná, o rafting no rio Ribeira e em Campo Largo e a visita de cavernas no Parque Estadual de Campinhos e na Gruta do Bacaetava no Circuito Italiano de Turismo Rural em Colombo.

A coordenadora do curso de turismo da Puc Paraná, professora Raquel Panke, explica que apesar do principal atrativo da cidade ser o turismo relacionado a negócios e eventos, a capital também se destaca pela preocupação ambiental.

O Ecoturismo que une

Além de um momento de contato com a natureza, o ecoturismo proporciona um momento entre amigos. Este é o caso dos grupos Excluídos e Montanhosos que há 20 anos fazem trilhas pelas montanhas do Paraná. Esse grupo já tem até histórias de casamento, onde o casal se conheceu em uma trilha. Também se orgulham em dizer que são de antes da “modinha” do ecoturismo.

Ecoturismo Responsável

Um dos principais objetivos do Ecoturismo é conservar e valorizar recursos naturais de uma região.  Valorizar a cultura local e promover o desenvolvimento socioeconômico da localidade de forma sustentável. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) realiza uma grande manutenção por ano em cada trilha, o restante da limpeza fica por conta dos voluntários. De acordo com a Laura Zimmerman, que além de guia da trilhando Ecoturismo é voluntária na limpeza das trilhas, os grupos de voluntários se organizam de acordo com a necessidade de limpeza e restauração de cada percurso. Ela também lembra as responsabilidades dos guias e dos turistas com a preservação ambiental e conservação para futuras gerações.

Fazer uma rota ecológica não é simplesmente visitar ambientes naturais, mas sim ter responsabilidade ambiental, social, econômica e cultural sobre ele. Infelizmente não são todos os turistas que entendem essa responsabilidade, o que gera revolta daqueles que cuidam e se preocupam com o lugar.

O Paraná sempre foi um destaque para aqueles que gostam de estar em contato com a natureza. Foi o primeiro estado brasileiro a explorar o montanhismo. Começou no complexo do Marumbi e logo passou a acontecer em outras montanhas na região metropolitana de Curitiba, como o Morro do Anhangava em Quatro Barras e o Morro do Canal em Piraquara. Segundo a Gondwana, grupo de especialistas e pioneiros do ecoturismo no Paraná, 90% da procura de passeios ecológico é feita por estrangeiros e, depois da Copa do Mundo, Curitiba passou a ter uma grande visibilidade internacional o que gerou um aumento de turistas no ramo do ecoturismo.

As opções na região metropolitana são muitas.  As “Rotas do Pinhão”, como são chamadas, foram inicialmente organizadas pela secretaria de Turismo e está sob a responsabilidade da Paraná Turismo. Nela há inúmeros atrativos como os caminhos históricos que levam para litoral do Paraná, o rafting no rio Ribeira e em Campo Largo e a visita de cavernas no Parque Estadual de Campinhos e na Gruta do Bacaetava no Circuito Italiano de Turismo Rural em Colombo.

A coordenadora do curso de turismo da PUC Paraná, professora Raquel Panke, explica que apesar do principal atrativo da cidade ser o turismo relacionado a negócios e eventos, a capital também se destaca pela preocupação ambiental.

O Ecoturismo que une

Além de um momento de contato com a natureza, o ecoturismo proporciona um momento entre amigos. Este é o caso dos grupos Excluídos e Montanhosos que há 20 anos fazem trilhas pelas montanhas do Paraná. Esse grupo já tem até histórias de casamento, em que  o casal se conheceu em uma trilha. Também se orgulham em dizer que são de antes da “modinha” do ecoturismo.

Ecoturismo Responsável

Um dos principais objetivos do Ecoturismo é conservar e valorizar recursos naturais de uma região.  Valorizar a cultura local e promover o desenvolvimento socioeconômico da localidade de forma sustentável. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) realiza uma grande manutenção por ano em cada trilha, o restante da limpeza fica por conta dos voluntários. De acordo com a Laura Zimmerman, que além de guia da Trilhando Ecoturismo é voluntária na limpeza das trilhas, os grupos de voluntários se organizam de acordo com a necessidade de limpeza e restauração de cada percurso. Ela também lembra as responsabilidades dos guias e dos turistas com a preservação ambiental e conservação para futuras gerações.

Fazer uma rota ecológica não é simplesmente visitar ambientes naturais, mas sim ter responsabilidade ambiental, social, econômica e cultural sobre ele. Infelizmente não são todos os turistas que entendem essa responsabilidade, o que gera revolta daqueles que cuidam e se preocupam com o lugar.

Lugares para visitar:

Morretes: Trilhas históricas e boia cross

Quatro Barras: Raftin, caminho do Itupava e Morro do Anhangava

Campo Largo: Passeio de Balão

Colombo: Cavernas

Complexo de Montanhas do Marumbi

Por: Yasmin Graeml e Victória Bittencourt

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