Onde tudo começou- Um bate papo com a minha avó

Eu amo a minha cidade

Quando resolvemos este tema meus instintos jornalísticos bateram, comecei a pensar em quem seria meu personagem nesta história. Curitiba tem 323 anos, o que torna impossível achar alguém que está por aqui desde o começo. Resolvi então conversar com a minha vó que com seus 74 anos é filha e neta de Curitibanos.

Ela me contou a história do seu bisavô, Trajano Reis, que hoje é até nome de rua aqui em Curitiba. Ele veio para Curitiba trabalhar como médico e ficou conhecido por consultar de graça e em alguns casos até pagar pelos remédios dos mais pobres.

Depois conversamos sobre a cidade ter surgido por ser um ponto de parada de tropeiros. Mais tarde ganhou importância pela madeira e a Erva Mate, o que levou a construção da estrada de ferro até Paranaguá. Depois veio o café, que rendeu muitos casarões para a cidade como o Castelinho do Batel. Com o tempo eles perceberam que a cidade era muito fria para café e o substituíram pela soja. Aos poucos a cidade ganhou espaço e se tornou capital.

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Curitiba também ganhou muito com a imigração. Alemães, Poloneses, Ucranianos entre tantas outras nacionalidades vieram para a cidade. Hoje existem parques e praças para homenagear os povos que imigraram para cá. E a cidade é conhecida como a capital mais europeia do Brasil.

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Essas são apenas algumas das muitas história que se escondem nas ruas de Curitiba, nome que em Guarani significa pinheiral.

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9 thoughts on “Onde tudo começou- Um bate papo com a minha avó

  1. Magnifico seu entrosamento com sua avó. Realmente a cidade (mesmo com o frio danado) tem uma impressão europeia. Nunca conheci de perto. Mas depois de muitas fontes (e seu depoimento), aumentaram minhas chances de conhecer essa cidade de descobertas. 🙂

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