Brasil: Um fim de semana em Foz do Iguaçu

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Foz do Iguaçu é um daqueles destinos imperdíveis. Eleita uma da 7 maravilhas naturais do mundo, as cataratas, que ficam entre o Brasil e a Argentina, realmente fazem jus ao título que receberam.

Chegamos no aeroporto de Foz meio-dia de sábado. No aeroporto, pegamos o transfer da pousada, que já nos levou direto para o lado brasileiro das cataratas e guardou nossas malas para podermos aproveitar o dia.

O parque Nacional do Iguaçu protege 185.262,5 hectares de Mata Atlântica e é lar de muitos animais exóticos, incluindo espécies em extinção, como o gavião real e a onça pintada. O principal atrativo do parque é a trilha das cataratas. Uma caminhada de 1.200 metros passando por várias cachoeiras e terminando na garganta do diabo. Lá há uma passarela que leva até bem no meio das cataratas. No fim desta trilha também tem um elevador panorâmico, com um mirante e uma praça de alimentação. Além deste passeio, o parque também oferece passeios de barco, bote, bicicleta ou helicóptero. Mas esses não estão incluídos no preço do ticket. Para se locomover pelo parque tem a opção do ônibus de dois andares, que funciona muito bem.DSC_0890

O segundo dia começou com um desafio: decidimos ir para a Argentina de ônibus de linha. Pegamos o primeiro ônibus a uma quadra da pousada. Foi bem mais tranquilo do que eu imaginava. Na fronteira o ônibus para, todos descem para fazer a imigração, e embarcam de novo do outro lado. Os motoristas também mostram o momento de trocar de ônibus e pegar o que leva direto para as cataratas.

O parque nacional do Iguazú, no lado argentino, protege mais 67.720 hectares de floresta. Para se deslocar por esse parque tem um trenzinho que passa a cada meia hora. Por não ser muito frequente, é importante se organizar com o tempo. Decidimos fazer o passeio de barco pelas cataratas no lado argentino, já que tínhamos o dia inteiro lá. Infelizmente o clima não ajudou. Estava chovendo bastante. Quando entramos na cachoeira já estávamos muito molhados.20160508_125925.jpg

O parque tem três trilhas: a inferior, a superior e a da Garganta, que eu carinhosamente gosto de chamar de “caminho das borboletas”. Na última vez que fui para Foz, o tempo estava melhor e o caminho para a Garganta do Diabo era um verdadeiro santuário de borboletas. Elas pousavam até na mão dos visitantes. Infelizmente, por conta da chuva, acho, desta vez não as vimos por lá. Apesar do tempo ruim tivemos sorte com o dia no lado argentino e a “ilha” que fica entre as cachoeiras estava aberta. Segundo os funcionários do parque são raros os dias que se pode visitá-la, pois depende do nível da água. Lá tem mais uma trilha que leva a um mirante muito próximo as cachoeiras.

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Voltamos para Curitiba na madrugada de domingo para segunda, o que faltou na nossa viagem, e que faríamos se tivéssemos chegado mais cedo no sábado, foi o Parque das Aves. Mas mesmo com uma viagem bate e volta conseguimos apreciar muito da beleza da região de Foz do Iguaçu.

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